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| Imagem: arquivo pessoal. |
Eis a flor que caiu. A queda natural não poderia lhe trazer marcas, mas o tempo cuidou em esculpir-lhe alguns desgastes. Derrubada, as formigas nutriram-se dela. O chão parecia a sua última estação; mas não, a flor que morrera mudou seu destino. Alguém que passava naquele lugar fitou o olhar místico em seu colorido encantador. Pronto, isso bastou para que a flor mudasse o seu percurso. Feito gente sofrida, desgastada e morta, quando tomada pelos braços do Senhor, pode renascer. E assim ela foi, mas a sua lembrança persiste: já esteve aqui e hoje vive... ofertando vida e colorindo a terra.
Feliz Páscoa!
Lidiane Araújo, 07 de abril de 2012

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